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Muito além do orçamento: como o comercial da Novais Etiquetas transforma necessidades em soluções

  • há 22 horas
  • 8 min de leitura

Quando uma empresa procura uma fabricante de rótulos, é comum que o primeiro pedido seja simples: “Preciso de um orçamento”.


Mas, para a Novais Etiquetas, esse é apenas o começo da conversa.


Antes de definir preço, material, acabamento ou quantidade, é preciso entender o produto, onde ele será aplicado, quais condições enfrentará e, principalmente, o que o cliente espera transmitir ao consumidor.


Esse é o papel do departamento comercial: ser a porta de entrada da empresa e, ao mesmo tempo, atuar como uma verdadeira consultoria para quem precisa transformar um produto em uma marca que chama atenção.


Essa foi uma das principais reflexões do episódio do podcast Sem Rótulos, da Novais Etiquetas, que reuniu Andrea e Joelma, integrantes do time comercial, para falar sobre vendas, atendimento, desafios e relacionamento com clientes.


O primeiro contato começa antes do rótulo


Um bom atendimento comercial começa entendendo quem está do outro lado.


Em vez de simplesmente receber uma solicitação de orçamento, a equipe procura descobrir qual é a necessidade daquele cliente: qual é o produto, onde o rótulo será aplicado, se ficará exposto ao sol, se entrará em contato com umidade, se será utilizado em produtos congelados ou submetido a diferentes temperaturas.


Essas informações fazem diferença na escolha da solução.


Um rótulo para cosméticos, por exemplo, pode exigir características diferentes de um rótulo destinado a alimentos congelados. Da mesma forma, produtos que ficam expostos à umidade, ao sol ou a temperaturas negativas precisam de materiais e acabamentos adequados às condições de utilização.


Por isso, o orçamento não deve ser visto apenas como uma tabela de preços.


Ele é consequência de uma investigação sobre o que o produto realmente precisa.


Consultoria: quando vender significa entender o problema


Durante o episódio, o time comercial destaca justamente essa mudança de perspectiva.


Muitos clientes chegam com uma ideia do que querem, mas ainda não sabem exatamente qual solução precisam. Em alguns casos, sequer sabem quais informações são importantes para definir um rótulo.


É nesse momento que o conhecimento técnico do comercial se torna essencial.


A equipe precisa fazer perguntas, pesquisar quando necessário e trabalhar em conjunto com o desenvolvimento para encontrar uma solução que faça sentido para o produto.


Essa postura também faz com que o relacionamento seja mais próximo.


Quando o cliente percebe que existe alguém interessado em entender seu negócio — e não apenas em enviar um preço — a relação deixa de ser puramente comercial e começa a se transformar em parceria.


Preço não é apenas preço


Uma das questões mais comuns na venda de rótulos é a objeção ao preço.


E existe uma razão para isso: quando o cliente recebe um orçamento, naturalmente ele olha primeiro para o valor.


Mas comparar apenas números pode esconder diferenças importantes.


Um rótulo pode envolver diferentes materiais, processos de impressão, acabamentos e características técnicas. Brilho, fosco, texturas, holografia, hot stamp, cold stamp e outros recursos podem transformar completamente a aparência e a percepção de um produto.


Além disso, determinadas aplicações exigem materiais específicos.


Um rótulo destinado a um produto que será armazenado em congelador, por exemplo, precisa suportar temperaturas negativas. Nesse caso, simplesmente escolher uma opção mais barata pode comprometer a utilização do produto.


Por isso, a pergunta mais importante nem sempre é:


“Quanto custa o rótulo?”


Pode ser:


“O que esse rótulo precisa fazer pelo seu produto?”


O rótulo também participa da venda


Em um supermercado ou ponto de venda, o consumidor é cercado por produtos concorrentes.


Antes mesmo de conhecer a qualidade do conteúdo de uma embalagem, ele é impactado pelo que vê.


O rótulo ajuda a construir essa primeira impressão.


Um acabamento diferenciado pode destacar um produto na prateleira. Uma boa combinação de cores pode reforçar sua identidade. Uma textura pode criar uma experiência tátil. Um material adequado pode transmitir a percepção de qualidade que a marca deseja construir.


Mas existe uma diferença importante: o rótulo mais bonito não é necessariamente o melhor rótulo.


O melhor rótulo é aquele que consegue comunicar a proposta do produto e chamar a atenção do consumidor certo.


É possível ter estética e estratégia trabalhando juntas.


Encontrar o equilíbrio entre qualidade e custo


Nem todo produto precisa do rótulo mais sofisticado disponível.


Esse também é um ponto importante do trabalho comercial.


Imagine uma empresa que vende um produto de baixo custo e precisa de apenas mil unidades de rótulos. Um projeto extremamente sofisticado pode gerar um custo que o fabricante não conseguirá repassar ao consumidor final.


Nesse cenário, a melhor solução pode ser encontrar outro material, acabamento ou quantidade que mantenha a qualidade necessária sem tornar o produto inviável comercialmente.


A quantidade também interfere diretamente no custo.


Produções maiores podem apresentar um valor unitário menor, enquanto pequenas quantidades podem sofrer mais com os custos envolvidos no processo produtivo.


Por isso, entender o negócio do cliente é fundamental para chegar a uma solução equilibrada.


A diferença está nos detalhes da produção


Outro desafio citado pela equipe comercial é explicar ao cliente por que existem diferenças de preço entre fornecedores.


Nem sempre essa diferença é evidente apenas olhando para o rótulo pronto.


Processos de produção, preparação, materiais, impressão e controle de qualidade interferem diretamente no resultado final.


Na Novais Etiquetas, o processo de impressão flexográfica permite produzir rótulos com alta qualidade e diferentes possibilidades de acabamento.


E qualidade não significa apenas aparência.


Um rótulo precisa cumprir sua função durante toda a vida útil do produto. Informações importantes, como lote, data de fabricação e validade, precisam permanecer legíveis e adequadamente impressas.


É por isso que comparar somente o preço pode ser insuficiente.


A verdadeira comparação deve considerar qualidade, aplicação, durabilidade, prazo, atendimento e resultado final.


O cliente ideal busca parceria


Durante a conversa, uma definição chamou atenção: o cliente ideal não é necessariamente aquele que procura o menor preço.


É aquele que entende o rótulo como parte do valor do próprio produto.


Quando uma empresa enxerga o rótulo apenas como um custo, a conversa tende a se concentrar exclusivamente no preço.


Quando entende o rótulo como parte da apresentação, da identidade e da experiência do consumidor, a perspectiva muda.


O investimento passa a estar relacionado ao valor que a embalagem pode gerar para a marca.


E é justamente nesse segundo cenário que uma relação de longo prazo pode ser construída.


Feiras também aproximam marcas e oportunidades


Eventos como a Naturaltech e a Arnold são importantes canais de relacionamento para a Novais Etiquetas.


Nessas ocasiões, potenciais clientes entram em contato diretamente com os trabalhos realizados pela empresa e conseguem visualizar diferentes possibilidades de materiais e acabamentos.


Muitas vezes, a reação acontece imediatamente:


“Quero um rótulo como esse para o meu produto.”


A partir daí começa um novo processo.


A equipe capta o contato, entende a necessidade, apresenta possibilidades e avalia se aquela solução realmente faz sentido para o cliente.


Esse acompanhamento é importante porque o rótulo visto em uma feira pode ter sido desenvolvido para uma empresa que possui um volume de produção completamente diferente.


O objetivo, portanto, não é simplesmente copiar um modelo, mas entender como adaptar aquela ideia à realidade de cada negócio.


Atendimento antes, durante e depois da venda


Outro diferencial destacado pela equipe é o acompanhamento de todo o processo.


Depois que o cliente aprova a arte, existe ainda uma sequência de etapas até a entrega final.


A produção do clichê, por exemplo, passa por aprovação. Caso seja necessário corrigir uma cor ou algum detalhe, o processo é ajustado antes de seguir para a produção.


Depois, a equipe acompanha o andamento do pedido e mantém o contato com o cliente.


E o relacionamento não termina quando o produto é entregue.


A equipe também procura saber se o pedido chegou corretamente, se o cliente ficou satisfeito e se o resultado correspondeu ao que havia sido planejado.


Essa lógica de pré-venda, venda e pós-venda ajuda a construir relacionamentos duradouros.


Não por acaso, a Novais possui clientes que estão com a empresa há mais de uma década.


Um case que mostra como uma solução simples pode transformar um negócio


Um dos cases compartilhados no episódio mostra que inovação nem sempre significa criar algo extremamente complexo.


Uma panificadora possuía diversos produtos e enfrentava um problema: cada produto precisava de uma etiqueta diferente.


Produzir grandes quantidades de cada modelo não fazia sentido, já que alguns produtos tinham vendas mais esporádicas.


A solução encontrada foi desenvolver uma etiqueta genérica.


A identidade da empresa e as informações que não mudavam ficaram impressas no rótulo, enquanto os dados variáveis — como tabela nutricional, lote e validade — poderiam ser adicionados posteriormente.


O cliente começou comprando cerca de 2 mil unidades.


Com o crescimento da solução, passou a comprar aproximadamente 20 mil etiquetas por mês.


Além de resolver uma dificuldade operacional, a nova etiqueta também ajudou a fortalecer a identidade da marca, que passou a ter diferentes versões para suas linhas de produtos e até incorporou um selo de qualidade.


É um exemplo claro de como entender o problema do cliente pode gerar uma solução muito mais eficiente do que simplesmente atender ao pedido inicial.


Quando o prazo é parte da qualidade


No mercado de rótulos, qualidade também significa cumprir prazos.


Para uma indústria ou fabricante, um atraso na chegada das etiquetas pode significar atraso na produção, no lançamento ou até na entrega do próprio produto.


A Novais trabalha com um prazo de produção informado ao cliente após a aprovação da arte, buscando realizar a entrega em até 15 a 20 dias úteis nesse processo.


O prazo começa a ser contado considerando as etapas necessárias, incluindo a aprovação da arte e do clichê.


Essa previsibilidade é importante para que o cliente consiga planejar sua própria produção.


Afinal, um rótulo de excelente qualidade que chega depois do momento em que era necessário também deixa de cumprir sua função.


Um bom atendimento pode resolver até situações de emergência


Outro case apresentado no podcast mostra como a capacidade de mobilização de uma equipe pode fazer diferença.


Um cliente procurou a Novais depois de ter sido abandonado por outro fornecedor. Ele precisava de sleeves para um lançamento que aconteceria em uma data específica.


O problema era que o evento já estava marcado.


A equipe precisou mobilizar diferentes áreas da empresa, trabalhar em ritmo acelerado e até realizar a entrega diretamente ao cliente.


O resultado foi a conclusão do trabalho a tempo para que o evento acontecesse.


Casos assim mostram que atendimento não significa apenas responder mensagens rapidamente.


Significa também assumir responsabilidade pelo problema do cliente e procurar uma solução possível.


Confiança é parte do produto


Ao longo do episódio, uma palavra aparece várias vezes: confiança.


Ela começa no primeiro “bom dia” e continua durante todas as etapas do pedido.


É a confiança de que o cliente será orientado corretamente.


De que o material escolhido será adequado.


De que a arte será analisada.


De que o prazo será respeitado.


De que, caso surja um problema, haverá alguém disponível para ajudar.


E, principalmente, de que existe uma empresa por trás do rótulo preocupada com o resultado que aquele produto terá no mercado.


Mais do que fabricar rótulos, construir marcas


Um rótulo não é apenas um adesivo aplicado sobre uma embalagem.


Ele carrega identidade, informação, posicionamento e percepção de valor.


Por isso, o trabalho comercial precisa ir muito além de receber pedidos e enviar orçamentos.


É necessário entender o produto, fazer perguntas, identificar necessidades, explicar possibilidades, equilibrar investimento e resultado e acompanhar o cliente até a entrega.


É essa combinação entre conhecimento técnico, atendimento próximo e qualidade de produção que permite transformar uma simples solicitação de orçamento em uma relação de parceria.


No fim, o objetivo não é apenas entregar rótulos.


É ajudar cada cliente a apresentar melhor seu produto, fortalecer sua marca e conquistar espaço na prateleira.


E, como resumiram as participantes do episódio, mesmo quando o cliente não entende nada sobre rótulos, materiais ou medidas, ele pode procurar a Novais.


A primeira etapa é conversar. O restante começa a ser construído junto.

 
 
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